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sábado, 19 de dezembro de 2009

SOLDADO LUIZ GONZAGA DE SOUZA


DADOS HISTÓRICO SOBRE O HERÓI-MÁRTIR LUIZ GONZAGA DE SOUZA, EX-SOLDADO DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE


INTRODUÇÃO
Baseado no Boletim Interno da PM RN, nº 120, de 27 de junho de 1977, páginas de nºs 1418 a 1420, apresentamos os dados históricos sobre o Herói-Mártir LUIZ GONZAGA DE SOUZA, ex-soldado da PMRN, que na Revolução Comunista, denominada de INTENTONA COMUNISTA DE 1935, se tornou o grande herói de nossa gloriosa e amada Polícia Militar. Na época vários companheiros foram feridos e  combinando com a morte do bravo e saudoso SOLDADO LUIZ GONZAGA DE SOUZA, que lutou toda sua grande btavura, até o último minuto de sua vida,  o qual entrou na  galeria da história como herói da INTETONA COMUNISTA DE 1935 NO RIO GRANDE DO NORTE, na  época o efetivo da PM era de apenas 700 homens aproximadamente, e disponham somente de seis mil tiros,  número limitado de fuzis. Enquanto, os inimigos dispunham de 130 tiros, armas automáticas e moderníssimas para a época, tendo sido necessário que os soldados desdobrarem para vencer os inimigos, e o soldado LUIZ GONZAGA que com seu heroísmo lutou até cai por terra sem vida, para que os seus colegas de caserna não viessem parecer perante as balas dos seus inimigos.
BIOGRAFIA
Na vila de Sacramento, hoje cidade de Ipanguassu, distante 11 quilômetros de Assu, mais precisamente no Sítio Veneza, a 24 de março de 1917, o casal Manoel Gonzaga de Souza  e Maria Conceição de Oliveira, viu seu lar feliz, mais uma vez, com o nascimento de um   robusto garoto de cor morena que lhe deu o nome de LUIZ GONZAGA DE SOUZA, que ao completar um mês de vida foi levado por seus pais à Igreja Matriz de São JOÃO Batista, na cidade de Assu, onde foi celebrado seu batismo pelo padre Joaquim Honório da Silveira, cujo registro passou a fazer parte do Livro 25, pagina 167, com o número de ordem 271.
Foi padrinho do batizado o casal MINERVINO WANDERLEI e CARLOTA DE SÁ WANMDERLEY, a 8 de maio de 1917.
Manoel Gonzaga de Souza, genitor do soldado Luiz Gonzaga de Souza, rendeiro de uma pequena parte de terreno, na Fazenda Zumba do Molheiro, conhecida por Sítio Veneza, às margens do Rio Assu na Vila Sacramento, hoje Ipanguassu, trabalhava para conseguir o necessário para o sustento da família.
Sob a égide dessa educação de agricultor, foi se tornando adulto o menino LUIZ GONZAGA, que no passar do tempo viu-se obrigado a enfrentar trabalho diferente, vez que não lhe eram gratos os sinistros de homem do campo, divergindo, assim, da profissão, de seu pai.
Formando uma mentalidade mais adulta, LUIZ GONZAGA, já considerando menino vadio e preguiçoso, idealizou uma profissão, qual seja a de vender, num tabuleiro, diversos tipos de bagana, dentre elas, bolo pé-de-moleque, bejú, tapioca e gigibira, além de outras espécies de engodos de garotos de rua.
Para tanto, Luiz Gonzaga, visitava as festas populares do Assu, Macau, Pendências e as realizadas na própria Vila de Sacramento, onde havia os bailes de concertinas e rebeca, acompanhando de um famoso reco-reco.
Não era registrado e sua primeira comunhão foi feita em trajes impróprios, na Igreja Matriz de São João Batista do Assu, quando tinha apenas 14 anos de idade, e não chegou a freqüentar nenhuma escola. No dia em que seus irmãos MARIA SANTINA e EUNICE foram fazer a primeira comunhão em Assu, Luiz Gonzaga seguiu, às condições, e ao entrar na Igreja, com roupa rasgada, causou certas admirações aos presentes, por que sua endumentária divergia da que era exigida para o ato, todavia, o Vigário mandou que ele entrasse e o acolheu, dizendo que talvez ele tivesse com fé mais viva e mais presente em DEUS, de que os outros meninos que ali se encontravam, e assim foi feita a sua primeira comunhão no ano de 1931,
A família
O casal Manoel Gonzaga de Souza e de Maria da Conceição de Oliveira, conhecida intimamente pelos seus como MARIA DE NÉ, teve 14 filhos, sendo oito homens e seis mulheres. SIMPLICIA GONZAGA DE SOUZA, é a irmão mais velha, nascida a 01 de março de 1910, é casada, doméstica e reside na cidade de Ipanguassu, à Rua Norte, nº 459, e seu esposo é agricultor.
LUIZ GONZAGA DE SOUZA, teve dois irmãos que também foram militares, um dos quais, FRANCISCO GONZAGA DE SOUZA, pertenceu à Polícia Militar do Rio Grande do Norte, incorporando no dia 1º de setembro de 1939 e licenciado a 22 de março de 1941, conforme os anais da corporação (Livro nº 06, página 125). O outro, VALDEMAR GONZAGA DE SOUZA, foi marinheiro, e em 1947, faleceu.
INGRESSO NA PMRN
EM 29 DE OUTUBRO DE  1935, SAINDO DE CASA, mesmo contra a vontade de seus pais LUIZ GONZAGA DE SOUZA, VEIO PARA Natal, e aqui chegando não tardou em ingressar na Polícia Militar, vez que já era seu desejo.
Incorporando na Companhia de Metralhadoras, com o número 1075, LUIZ GONZAGA DE SOUZA passou a pertencer às fileiras da Unidade, não sabendo, como seria óbvio, que seus dias de vida estavam contados pelos cálculos matemáticos do destino, tão é que, com 25 dias de praça teve seu corpo cravado por balas comunistas, e na época contava apenas 18 anos de idade. Com seu sable, a morte de nosso herói, deu-se a 24 de novembro, às margens do Rio Potengi, bem próximo ao Velho Quartel da Salgadeira, hoje, Casa do Estudante de Natal.
Seu heroísmo foi deveras impressionante, segundo depoimento de seus companheiros de luta. Soube, na verdade, ser bravo e morrer na defesa das instituições e na integridade da Pátria. No seu túmulo encontra-se na frase de um dos grandes estadistas brasileiros, nos seguintes termos: “PARA SER HERÓI NEM SEMPRE É PRECISO MATAR, BASTA QUE ÀS VEZES SE SAIBA MORRER”. O Soldado Luiz Gonzaga de Souza foi promovido por bravura post-mortem, em novembro de 1935, à graduação de Cabo, e, anos depois à 3º Sargento.
Várias e empolgantes são as narrativas desse episódio, entretanto, numa evocação sintética da heróica resistência, valemos-nos das palavras do Dr. JOÃO MEDEIROS FILHO, Chefe de Polícia à época inseridas no seu livro “MEU DEPOIMENTO”, a respeito da participação da Polícia Militar, no seguinte teor: Dificilmente a Polícia Militar do Estado, na sua histórica, uma página mais brilhante do que a da resistência que opôs aos comunistas. Verdadeiros titãs, bem merecem os soldados e oficiais que, com tanta bravura, defendem as tradições de heroísmo da gente potiguar, que lhes assinale o feito emérito nestas linhas escritas despreentenciosamente por um observador imparcial. Durante 19 horas de assédio, quarenta e poucos homens metidos num buraco, sem víveres e apenas com seis mil tiros de uns fuzis descalibrados, enfrentaram com real vantagem, um inimigo vinte e muitas vezes superior em número, dispondo de 130 mil tiros e armas automáticas moderníssimas. No domingo de manhã, 24, quando procurado na prisão pelo Sargento Amaro Pereira para fins de, em carta, aconselhar ao Coronel Luiz Júlio a rendição do Quartel, ao que dei a resposta pela minha dignidade, senti, e isto me produziu uma grande alegria, que  os atacantes esmoreciam diante de tão desesperada resistência.
A velha metralhadora, a única na Polícia, como um leão adormecido que acordava para lutar até morrer, fazia vibrar de instante a instante, as suas moléculas de aço, e advertindo o inimigo de que era uma sentinela vigilante na defesa dos sitiados. Só depois de consumido o último cartucho é que estes se viram na contingência de abandonar as posições que galhardamente sustentavam. E essa retirada construiu numa epopéia.
Anualmente, a 27 de novembro, são prestadas homenagens póstumas a esse herói, e a outros que, em diferentes recantos do Brasil, derramaram seu sangue na defesa desta Pátria-Mãe. Essa data, não se refere ao dia em que morreu LUIZ GONZAGA DE SOUZA, e sim, quando foi sufocado o movimento vermelho em todo Território Nacional.
MONUMENTO AO SOLDADO LUIZ GONZAGA
INAUGURADO: 27 de novembro de 1975
- governo do estado – Dr. TARCÍSIO DE VASCONCELOS MAIA
SECRETÁRIO DE SEGURANÇA – Coronel do Exército JOÃO JOSÉ PINHEIRO VEIGA
- COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR – Coronel QEMA EIDER NOGUEIRA MENDES
- PROJETO ARQUITETÔNICO – Engenheiro JOÃO MAURÍCIO DE MIRANDA - PROFESSOR DA ESCOLA DE ARQUITETURA DA UFRN.
- TRABALHO ARTÍSTICO – ENTALHADOR MANXA
- construção – Construtora “CECIL”
- SUPERVISÃO GERAL – Engenheiro MONIR Aby Faraj
- ÓRGÃO PATROCINADOR – Universidade Federal do Rio Grande do Norte
ÓRGÃOS COLABORADORES – COHAB, TELERN, COSERN, BRGN, SESO, SENAC e PREFEITURA MUNICIPAL DE NATAL
O Monumento do Herói-Mártir LUIZ GONZAGA DE SOUZA, Ex- Soldado da Polícia Militar do Estado está situado no Quartel do Comando Geral, à Rua Rodrigues Alves, s/nº, Natal/RN

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A Saga do Cangaceiro Jesuíno Brilhante - FONTE: BLOG FOLHA PATUENSE

Imagem da Cadeia Pública de Pombal Onde Jesuíno Brilhante Liderou Ataque para Libertar seu Irmão Lucas em 1.874

Foto extraída do Site da Sociedade Brasileira do Cangaço

Segundo Câmara Cascudo, "ficaram famosos os assaltos à cadeia de Pombal (PB) para libertar seu irmão Lucas (1874) e, no ano de 1876, à cidade de Martins (RN). Cercado pela polícia local, Jesuíno e seus dez companheiros abriram passagem através de casas, rompendo as paredes, cantando a antiga "Curujinha". Câmara Cascudo afirma ainda que Jesuíno "nunca exigiu dinheiro ou matou para roubar". A imaginação popular acrescentou à biografia do cangaceiro centenas de batalhas, das quais Jesuíno Brilhante teria participado sem que tivesse levado um só tiro...
Em dezembro de 1879, na região das Águas do Riacho de Porcos, Brejos da Cruz, na Paraíba, Jesuíno foi atingido no braço e no peito, sendo levado, agonizante, por seus amigos. Morreu no lugar chamado "Palha", onde foi sepultado.
Entre as principais ações de Jesuíno, narradas no livro de Raimundo Nonato, encontram-se o saque à Cadeia Pública de Pombal (Paraíba), em 1874, e a invasão à cidade de Imperatriz (hoje Martins, no Rio Grande do Norte) para resgatar uma moça raptada pelo filho de um fazendeiro.

A Saga do Cangaceiro Jesuíno Brilhante

Foto de Capa do Livro do Escritor Raimundo Nonato sobre o Cangaceiro Romântico Jesuíno Brilhante

Jesuíno Brilhante nasceu em Patu, no sítio Tuiuiú, em 1844, filho da aristocracia rural sertaneja. Em 1871 entrou no cangaço por vingança, após um irmão dele ter sofrido uma surra nas ruas da cidade e uma cabra de sua fazenda ter sido roubada.
O seu cangaço difere do de outros bandoleiros que povoam a memória popular nordestina como Virgulino Ferreira - mais conhecido como Lampião - e Antônio Silvino, pois Jesuíno implantou à sua maneira um sistema de "justiça" em uma terra onde reinava a lei do mais forte e não fez desta atividade uma profissão.
Segundo Frederico Pernambucano de Mello, o fenômeno do cangaço pode ser classificado de três formas: o cangaço por vingança, o cangaço como profissão e o cangaço refúgio. Assim como Lampião, Jesuíno é um dos principais exemplos de cangaço por vingança, cuja existência se justifica pela total ausência do exercício da justiça por parte do Estado.

Foto: Imagens Google

Carlos Tourinho - Diretor de Fotografia do Filme Jesuíno Brilhante o Cagaceiro Romântico

A literatura sobre o "Cangaceiro Romântico" inspirou o cineasta carioca William Cobert que, em 1972, dirigiu o primeiro longa-metragem potiguar: Jesuíno o Cangaceiro. As armas utilizadas na produção foram cedidas pela Polícia Militar do Rio Grande do Norte.
Em 1879, Jesuíno foi vítima da emboscada de uma milícia liderada por Preto Limão, seu algoz, sob encomenda do coronel João Dantas, após ter sido traído por um seleiro nas margens do Riacho dos Porcos, na comunidade Palha no sopé da Serra de João do Vale, no município de São José do Brejo do Cruz (Paraíba), antigamente São José dos Cassetes.
Seus restos mortais foram resgatados pelo médico Almeida Castro e durante várias décadas estiveram expostos no Colégio Diocesano em Mossoró, para depois fazer parte do acervo museológico do alienista Juliano Moreira, no Rio de Janeiro. Hoje, encontram-se perdidos.

Nery Vitor - Ator que fez Jesuíno Brilhante no Filme de Willian Cobbett. Foto: azougue.com

Jesuíno Brilhante - O Cangaceiro foi gravado no interior no Rio Grande do Norte sendo o primeiro longa-metragem rodado integralmente no estado pelo falecido cineasta William Cobbett, no ano de 1972 ano esse de seca, com poucos recursos financeiros e enfrentando ainda uma dura repressão política, só por estas razões já merecia grande mérito, mas foi além, participando em 1973, como convidado do júri do V Festival de Moscou, onde foi adquirida cópia pela antiga União Soviética, e hoje países como Índia, Polônia Hungria e Espanha ainda possuem cópias do filme em suas cinematecas.

O filme mostra a saga de Jesuíno Alves de Melo Calado, logo depois chamado de Jesuíno Brilhante que nasceu em Tuiuiú Patu no Rio Grande do Norte em 1844 e morreu lutando em Brejo da Cruz na Paraíba em fins de 1879, Jesuíno ganhou

fama como cangaceiro gentil-homem, o bandoleiro romântico, um espécie matuta de Robin Hood adorado pela população mais pobre, o filme conta com Carlos Tourinho na direção de fotografia e o ator Nery Victor no papel do Jesuíno Brilhante.

Casa de Pedra - Sitio Cajueiro. Foto: Aluisio Dutra


Jesuíno se diferencia dos demais cangaceiros por ter procurado intervir em questões sociais como a distribuição para as pessoas necessitadas dos gêneros alimentícios destinados a combater as secas, que subtraía dos coronéis saqueando os comboios de víveres que eram enviados pelo Governo para as vítimas das secas, mas que ficavam nas mãos dos poderosos e nunca chegavam à população. Jesuíno também se destacou por intervir em situações de violência sexual contra as mulheres uma década antes do reconhecimento legal do crime de estupro.
Famílias inteiras chegaram a fazer parte do seu bando como estratégia de sobrevivência. De 1871 a 1879, implantou um "Estado paralelo" nos sertões nordestinos, cujo eixo central era a região do Patu ("terra alta", em tupi) e cuja principal fortaleza a chamada Casa de Pedra (caverna encravada na Serra do Lima).
Vários autores escreveram sobre Jesuíno, entre eles Luis da Câmara Cascudo, Gustavo Barroso, Ariano Suassuna e Raimundo Nonato. Este último é autor de Jesuíno Brilhante, O Cangaceiro Romântico, que narra a inteira epopéia do bandoleiro.

Serra do Cajueiro - Patu-RN

Para Câmara Cascudo, ele "foi o cangaceiro gentil-homem, o bandoleiro romântico, espécie matuta de Robin Hood, adorado pela população pobre, defensor dos fracos, dos velhos oprimidos, das moças ultrajadas, das crianças agredidas (...) Baixo, espadaúdo, ruivo, de olhos azuis, meio fanhoso, ficava tartamudo quando zangado. Homem claro, desempenado, cavaleiro maravilhoso, atirador incomparável de pistola e clavinote, jogava bem a faca e sua força física garantia-lhe sucesso na hora do "corpo a corpo". Era ainda bom nadador, vaqueiro afamado, derrubador e laçador de gado.
Sua pontaria infalível causava assombro, especialmente porque Jesuíno, ambidestro, atirava com qualquer das mãos.
Casou com D. Maria, tendo cinco filhos dessa união.
Envolvido com uma questão de família, Jesuíno matou o negro Honorato Limão, no dia 25 de dezembro de 1871. Foi sua primeira vítima.
Como lembra Tarcísio Medeiros, era "irredutível em questão de honra". O autor, em seguida, cita um texto de Raimundo Nonato, que narra um episódio, onde Jesuíno Brilhante se hospedou em uma casa. O marido estava ausente. Um bandido, de nome Montezuma, procurou se aproveitar da situação para perseguir a proprietária da casa. Jesuíno, revoltado, matou o malfeitor. Outro caso: assassinou um escravo, José, porque tentou violentar uma mulher.

Fonte: Texto de Frederico de Mello e pesquisa de Edvaldo Morais.

Serrote da Tropa - Sítio Santo Antônio Zona Rural do Município de São José de Brejo do Cruz-PB (conhecido também como São José dos Cacetes). Foto Pôla Pinto

Obs: Provável local da emboscada contra Jesuíno Brilhante causando a sua morte

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